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Se você me perguntar meu nome, a resposta é fácil: Adriano Rizk.

 

Pergunte qual é minha profissão e também prontamente responderei: psicoterapeuta.

 

Mas se a questão for Quem é você?, será que as respostas anteriores poderiam de fato respondê-la?

 

Desde criança, quando aprendi na escola o verbo to be (língua inglesa),

chamou-me a atenção o fato de

seu significado equivaler a dois diferentes verbos em português: ser e estar.

 

Eu achava muito estranho que para eles fosse tudo a mesma coisa, afinal o ESTAR é algo de momento, enquanto o SER está relacionado à alma.

 

Hoje, percebo diferente: a língua inglesa não polariza SER – ESTAR, já que SER pressupõe ESTAR e o ESTAR também pressupõe SER.


Como em português ainda diferenciamos, então parece-me mais correto dizer:

 

Estou Adriano Rizk. Estou psicoterapeuta, tarólogo, astrólogo,

ator, palhaço.


Mas e a pergunta: QUEM EU SOU? 


Antes de dar uma resposta, gostaria de falar um pouco

sobre minha trajetória de vida.


Quando mais jovem, estive administrador: eu trabalhava em uma empresa e terminava a faculdade. Mas minha vida não se mostrava com muito sentido. Faltava algo, embora a ciência da administração me fascinasse

(o que acontece até hoje), tudo era muito mecânico.


Foi quando resolvi colocar em ação o que minha alma desde os tempos de criança me alertava: ingressei no universo do teatro. Minha vida mudou totalmente, passei a olhar para mim sobre outro prisma: o artista, o criador

(antes, eu não me achava criativo).

 

O teatro fez com que eu descobrisse meu eu observador: o ator não vive o personagem, mas é um canal energético que dá vida a ele

(clique aqui para entender melhor sobre energia).

 

Não foi de um dia para o outro que desenvolvi essa percepção. O ator é um ser humano como todos os demais, com seus bloqueios e limitações. Por isso, esse artista (principalmente do teatro) vivencia processos energéticos de preparação corporal, vocal, jogos cênicos para estimular o improviso, a criatividade. Ou seja: busca caminhos para dissolver bloqueios e limitações, expandir sua consciência justamente para se abrir enquanto canal para a arte. 

 

Uma vez que nos propomos a mergulhar em busca de autoconhecimento, passamos a ser demandados cada vez mais, mais, mais... É um caminho sem volta (e extremamente prazeroso).

 

Em certo momento, eu me vi diante de técnicas teatrais que por muitas vezes pareciam não ter muito sentido. Faltava algo, mas eu já tinha uma grande afinidade com a comicidade. Senti que deveria direcionar meus estudos para o tempo da comédia.

 

Você já deve ter ouvido falar que não é qualquer um que sabe contar uma boa piada. A comédia tem uma relação íntima com um nível elevado de fluxo energético que desencadeia na possibilidade do riso. Diante disso, a linguagem do palhaço se mostrava como um excelente objeto de estudo, sem contar que todo palhaço se expressa como ator, mas nem todo ator se expressa como palhaço.


Fui estudar na escola de palhaços dos Doutores da Alegria. Entretanto, eu não tinha a intenção de ir para a cena teatral como palhaço ou de trabalhar em hospitais. Como disse anteriormente, meu propósito era estudar o tempo da comédia, ainda com foco em meu trabalho como ator. Na época, não me dei conta, mas hoje fica clara a sincronicidade de estudar com artistas que usam a arte como meio de contribuir para com o bem-estar de crianças doentes.


A partir daquela experiência começava a ficar claro para mim o que era fluxo energético. O palhaço é ainda mais profundo que o personagem: ambos são estados de espírito, mas o palhaço, em essência, expõe o próprio ridículo sem medo ou pudores, cria uma cumplicidade com a plateia a partir do jogo cênico, não julga, remete ao amor da criança, não conhece passado ou futuro, já que vive exclusivamente o tempo presente.


Opa! Tempo!!! Eu fui estudar o tempo da comédia e o palhaço me ensinou que não existe outro tempo a não ser o presente. No passado moram as dores, apegos, bloqueios. O futuro gera expectativa, preocupação, ansiedade. É exclusivamente no momento presente que acontece o fluxo energético!


Nesse momento, quando eu já fazia parte de um grupo de palhaços, novamente me dei conta de que eu nunca busquei o palhaço com o objetivo da cena, assim como eu nunca busquei a administração com o objetivo de trabalhar em uma empresa convencional.


Novas mudanças e eis que me vejo diante da física quântica, para a qual eu já havia sido apresentado em meus primórdios de teatro. Era preciso ir mais fundo nessa jornada e agora ficava explícito que eu deveria me tornar um psicoterapeuta. Começava a ficar claro que durante toda minha trajetória, desde a infância, minha alma me apontava para esse caminho.

 

A física quântica me permitiu expandir horizontes (clique aqui para assistir ao 1º trecho do documentário Quem somos nós, que traz uma visão da diferença entre a 2ª e a 3ª dimensões): enxergar um mundo de conexões holográficas (a polarizada relação parte - todo: a parte contém o todo, assim como o todo contém a parte) e a ilusão da separação (polaridade) matéria – onda, conforme prova o experimento da fenda dupla (clique aqui para ver o 2º trecho do documentário Quem somos nós? que o explica de modo muito simples).

 

Em paralelo vem a psicoterapia transpessoal, que traz as técnicas para o equilíbrio do indivíduo através de seus quatro campos de energia: FÍSICO (Corpo, Sensações, Necessidades Fisiológicas de Sobrevivência), VITAL ou EMOCIONAL (Sentimentos, Intuição, Acolhimento), MENTAL (Pensamentos, Percepção, Poder) e SUPRAMENTAL ou ESPIRITUAL  (Amor Incondicional, Criatividade, Propósitos de Vida).

 

A busca pela transpessoalidade, naturalmente me levou também para à prática da Kabalah, que possibilita vivenciar mais conscientemente os 4 níveis de consciência energética (fisico, emocional, mental e espiritual), associada também

ao Tarô e à Astrologia.


Essa trajetória obviamente continua, pois realmente não há como falar em tempo quando tratamos de autoconhecimento e expansão de consciência.

 

 

 

 

 

 

 

E para finalizar, retornemos à pergunta inicial: QUEM EU SOU?

 

A melhor resposta que encontro nesse momento é:

 

Igual a você,

EU SOU UM COM O TODO.

Adriano Rizk

QUEM EU SOU?